Médico Executivo • São Paulo

Saúde com direção, cuidado com resultado.

Estratégia assistencial, operações em saúde, transição do cuidado e integração de redes.

25 anos de medicina conectando assistência, gestão e decisão executiva. Da atenção primária à direção médico-hospitalar, com experiência em crônicos complexos, atenção domiciliar, desospitalização, hospitais de transição e performance assistencial.

Medicina USP MBA Executivo em Gestão de Saúde • FGV Lean Six Sigma Black Belt MFC • SBMFC/AMB
Visão

Da pessoa ao sistema. Sempre pelo cuidado.

Meu trabalho está na interseção entre o que é clinicamente correto, operacionalmente possível e institucionalmente sustentável. O objetivo não é simplesmente reduzir custo. É posicionar cada paciente no nível de cuidado adequado, com segurança, coordenação, qualidade e uso responsável dos recursos.

Integração entre atenção primária, domicílio, transição do cuidado, hospital, rede e gestão
Experiência em números
25 anosde experiência médica, assistencial e executiva.
13 anosde trajetória ascendente em operadora e rede própria de saúde.
4.750beneficiários restritos ao leito coordenados no modelo Assiste.
12 → 90leitos na expansão do modelo de transição de cuidados.
Médico executivo

Da jornada do paciente à inteligência operacional.

A experiência clínica ganha escala quando se transforma em desenho de cuidado, governança, fluxo, indicador e capacidade de execução.

Direção e governança médico-assistencial. Integração entre lideranças, corpo clínico, equipes multiprofissionais e áreas corporativas.

Performance hospitalar. Capacidade assistencial, permanência, altas, fluxo de leitos, segurança, qualidade e eficiência.

Transição do cuidado. Desospitalização, reabilitação, cuidados paliativos, hospice e continuidade entre hospital, domicílio e rede.

Crônicos e atenção domiciliar. Estratificação, coordenação longitudinal, gestão de complexidade e integração de prestadores.

Luiz Felipe Fabi - atenção hospitalar, domiciliar, transição do cuidado e inteligência operacional
Trajetória

Uma carreira construída atravessando os níveis de cuidado.

Da Medicina de Família e Comunidade à direção clínica, técnica e corporativa de hospitais, a trajetória foi acumulando uma visão rara: compreender simultaneamente o paciente, a equipe, o serviço, a rede e a organização.

Trajetória profissional de Luiz Felipe Fabi
2001–2014

Formação médica, APS e Medicina de Família

Graduação em Medicina pela USP, atuação na rede pública, Estratégia Saúde da Família, preceptoria e experiência em contextos urbanos, rurais e indígenas.

2013–2017

Atenção domiciliar e gestão médica

Assistência direta, coordenação e gestão do Programa de Atenção Domiciliar, estruturando o domicílio como eixo de continuidade, desospitalização e cuidado de pacientes complexos.

2017–2020

Assiste • coordenação de crônicos complexos

Concepção, implantação e escala de modelo assistencial para coordenação dos serviços de desospitalização e atendimento a 4.750 beneficiários restritos ao leito.

2020–2022

Hospital de Transição de Cuidados e Hospice

Participação na transformação de uma estrutura hoteleira em operação hospitalar voltada à transição, reabilitação, cuidados paliativos e hospice.

2022–2026

Direção clínica, técnica e corporativa

Governança médico-assistencial, linhas de cuidado, indicadores, capacidade, qualidade, segurança e integração entre lideranças médicas, multiprofissionais e corporativas.

Luiz Felipe Fabi - transição do cuidado, estratégia assistencial e operações em saúde
Princípio de atuação

O cuidado precisa funcionar na vida real.

Estratégia sem operação vira apresentação. Operação sem estratégia vira improviso. O valor aparece quando cuidado, processo, dados e responsabilidade caminham juntos.

Minha atuação parte de perguntas concretas: quem é o paciente certo para cada nível de cuidado? Qual risco precisa ser antecipado? Onde a jornada quebra? Qual capacidade é realmente necessária? Que indicador mostra resultado? Quem é responsável pela execução?

É assim que o cuidado deixa de ser uma sequência de silos e passa a funcionar como sistema.

Resultado assistencial e operacional

Eficiência não é fazer menos. É fazer melhor, no lugar certo.

Em direção hospitalar, a organização do cuidado por linhas assistenciais e o redesenho de fluxos permitiram melhorar desfechos e capacidade operacional. Os números abaixo refletem resultados descritos em minha experiência executiva.

≈43%

Redução da permanência média

Resultado associado à estruturação da gestão por linhas de cuidado e integração assistencial.

≈86%

Redução da reinternação precoce

Considerada em até sete dias após a alta, com foco em continuidade, coordenação e segurança.

≈83%

Redução do intervalo alta–leito

Redesenho entre alta médica, enfermagem e hotelaria, ampliando a capacidade de acesso à internação.

Método

Processo é ferramenta clínica quando melhora o cuidado.

Lean Six Sigma aplicado à saúde com pragmatismo: definir o problema certo, medir com dados confiáveis, analisar causas, melhorar com soluções viáveis e sustentar o resultado.

O método não substitui julgamento clínico. Ele organiza o trabalho para reduzir variabilidade desnecessária, desperdício, atrasos, retrabalho e riscos, protegendo aquilo que realmente importa: qualidade, segurança e experiência do paciente.

Lean Six Sigma Black Belt aplicado à saúde
Consultoria e advisory

Projetos em que a experiência médico-operacional faz diferença.

Atuação consultiva em problemas que exigem leitura clínica, desenho assistencial, governança e execução. O escopo é construído a partir do problema e pode envolver diagnóstico, recomendação, implantação e acompanhamento.

Estratégia médico-assistencial

Desenho de modelos de cuidado, linhas assistenciais, critérios de elegibilidade, jornadas e integração entre níveis de atenção.

Transição do cuidado e desospitalização

Fluxos de alta, reabilitação, cuidado domiciliar, paliativos, hospice, critérios de progressão e governança das transições.

Gestão de crônicos e pacientes complexos

Estratificação, coordenação longitudinal, programas de acompanhamento, indicadores e integração com rede assistencial.

Performance hospitalar

Capacidade, permanência, giro de leitos, altas, reinternações, integração multiprofissional e rotinas de gestão.

Governança clínica e liderança médica

Estruturas decisórias, indicadores, responsabilidades, integração entre lideranças e transformação de diretrizes em execução.

IA, dados e operação assistencial

Tradução da identificação de risco e dos sinais analíticos em intervenção clínica, fluxos operacionais, indicadores e acompanhamento de resultado.

Quando prevenir gera valor - HIS 2026
Prevenção, risco e valor

Antecipar cuidado pode mudar desfechos e economia.

A discussão não é apenas identificar risco. É transformar o sinal em uma intervenção adequada, mensurável e executável dentro da rede.

Conteúdo e palestras

Ideias precisam sobreviver ao palco e chegar à operação.

Participação em eventos e debates sobre prevenção, coordenação do cuidado, atenção domiciliar, transição assistencial, integração entre hospital e domicílio e geração de valor em saúde.

“O paciente certo, no lugar certo, pelo tempo certo.”
Próximo passo

Se o problema está entre assistência, operação e decisão, vale conversar.

Projetos de consultoria, advisory, transformação assistencial, liderança executiva, palestras e discussões estratégicas em saúde.

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